Relato de parto na Suécia – parte 2

Kalmar-sjukhus

Depois do quarto Citotec, por volta das 19:15 as contrações aumentaram muito. Ficaram mais longas, frequentes e mais doloridas. Uma cólica aguda, me dava vontade de fazer xixi e cocô ao mesmo tempo. Fui ao banheiro diversas vezes. Eu já não conseguia falar quando vinha uma. Respirava fundo e mantinha a concentração. Estava um pouco chateada. Não era meu corpo trabalhando e sim aquela m***da de Citotec que tomou o controle do meu útero. Me amarraram na máquina de CTG e tudo estava normal.

Pensei em muita coisa depois da dose 4. De como seria bom se meu corpo tivesse começado a dilatar antes (por um dia) e eu pudesse estar em casa, deixando tudo correr naturalmente, aos poucos, sem um monte de gente envolvida, sem ter que ficar respondendo coisas o tempo todo, rindo forçado e sendo educada quando eu gostaria mais de me concentrar e respirar. Pensei nas histórias que eu li durante a gravidez. Pensei que logo tudo estaria acabado e teria meu bebê em minhas mãos. Pensei na Sheela-na-gig e o que realmente ela significa. Pensei no SUS, nas mulheres que são amarradas nas mesas de parto, sozinhas, sem a presença de ninguém no momento em que a mulher está mais vulnerável na vida. Pensei nas mulheres que marcam a cesárea antes do tempo do bebê querer vir. Pensei e senti muito. Senti tudo. Pensei que ironicamente, eu que tinha conhecimento, estudo e ainda assim não consegui combater o sistema, ele passou por cima de mim, de mais uma, eu não era mais uma pessoa e sim parte das estatísticas… O que eu podia fazer? Sempre vem um e diz: “é para segurança do seu bebê” e você vai fazer o que? Vai lá e faz, mesmo que seu corpo diga: pára, não deixa essas malucas fazerem isso contigo!

Às 22:00 houve troca de turno e as enfermeiras que estavam tomando conta de mim foram embora e vieram outras. Very bad energy! De cara eu detestei! Queria as outras meninas de volta. Fábio saiu para ir passear com Boris. Dilatação 1,5cm.

Às 23:15 meu corpo estava reagindo pensei eu. Não preciso mais desse Citotec. Pra mim chega! A médica disse que meu corpo iria reagir e depois eles deixariam as contrações naturais. Veio a enfermeira feia com a sexta dose de Citotec e eu disse; “não quero, não vou tomar mais. As contrações estão muito fortes já, meu corpo vai abrir sozinho, não precisa mais dessa po**a!”, e ela respondeu: “Tá bom, vou falar com a médica” e a médica respondeu que essa seria provavelmente a última dose. “OK, só mais uma, vamos lá corpo, aguenta firme, bebê isso logo vai estar terminado!”

Preciso comer, estou com frio, cansada, com fome. Pelo amor de deus me dá alguma coisa pra comer. A droga da descarga do banheiro não tá descendo o papel. Tudo me irrita! O ar a minha volta me irrita, estou à flor da pele. Queria poder esganar um. Imagina as manchetes dos jornais de Kalmar: Brasileira ataca e esgana enfermeira durante o trabalho de parto! Quem me dera! Meu corpo chacoalhava, tremia de frio e de medo da perda do controle. Contrações uma atrás da outra, quase sem pausa. Algumas eram fracas, outras fortes, mais vontade de fazer cocô. Fábio não quis deixar eu ir ao banheiro sozinha quando as contrações pioraram, então ele ia comigo coitado. Uma puta diarréia, sinto como se fosse uma menstruação, olho para baixo e grito: MEU TAMPÃO! Fábio, meu tampão tá saindo, ele existe mesmo não é lenda. Enorme. Que bom que eu vi ele! Agora devo estar no mínimo 3 cm dilatada. Apesar das circunstâncias me animei!

Às 00:30 sou amarrada novamente na máquina de CTG. Alguma coisa está errada! Não conseguem registrar o coração do bebê. Discutem daqui e dali, precisam colocar um eletrodo na cabeça do bebê e para isso precisam estourar a bolsa. “MAS QUE MERDA É ESSA” penso eu. Essa retardada dessa enfermeira não sabe colocar o eletrodo direito na barriga. Puta que pariu NÃOOOOOOOO. Procura o coração do bebê direito. Olha Michelle, nós temos que monitorar não está dando sem o eletrodo. Fazer o que numa situação dessas? Tive que concordar.

Às 01:45 colocam o eletrodo na cabeça do bebê, a informação que eu tenho é que não se vê líquido amniótico. Os batimentos cardíacos do bebê diminuiram muito. PÁRA TUDO! Párem as contrações! Uma dose de Bricanyl às 2:00 da manhã e mais outra às 2:23. Ahhhhhh que alívio, as contrações dminuiram, o coração do bebê se recuperou.

De repente tudo se transforma em um parto de alto risco! Os médicos começam a discutir sobre uma eventual cesárea. Não posso mais comer nem beber, apesar de extremamente faminta. Cateter na uretra, cateter na vagina. As contrações voltam muito intensas. Me dão paracetamol na veia.

Fico deitada de lado, na mesma posição das 3:00 as 6:00 da manhã, entubada de todos os lados. Não posso levantar. Por volta das 5:00 da manhã as contrações mudam, pelo que eu li me parece como as contrações expulsivo junto com uma vontade incontrolável de fazer força, quas ecomo a força do cocô. Fico desesperada, e peço ajuda pro Fábio, por favor chama alguém para ver se eu estou com abertura. Parece que o corpo está começando a expulsar o bebê. Enquanto vinha toda aquela intensidade, meu utero se contraindo e fazendo força para baixo, eu tentava me controlar o máximo possível para não fazer força junto, antes de ter certeza que eu tinha abertura. Uma enfermeira muito mal humorada fez o toque e disse que estava com 4 cm. Quase enlouqueci. Falei pro Fábio que eu não iria aguentar mais. Tinha alguma coisa errada. Pelo amor de Deus façam alguma coisa. Preciso de uma epidural!

Das 6 às 8 eu fiquei chorando implorando por uma epidural, ou uma cesárea, pra que deixar a gente sofrendo ali se tudo estava caminhando para uma operação. Pelo amor de Deus gente, façam algo! Estava tremendo, deitada na mesma posição sem me mexer, com fome. Já não tinha mais forças pra nada. Por incrível que pareça eu ainda dormia e sonhava entre uma contração e outra. A médica veio uma hora e perguntou: “Michelle, você está dormindo?” eu olhei pra ela com vontade de esganá-la. Nem respondi. Eu não tinha vocabulário para me expressar, só tinha palavrão na minha cabeça.

Às 8:10 veio a epidural. Obrigada Deus e à ciência por existir anestesia. Depois da epidural tudo se acalmou e Fábio foi em casa novamente passear com Boris. Me deram a oxitocina na veia e eu regulava a epidural, uma gotinha a cada 15 minutos. Tudo suportável para mim, mas e para o bebê?

A cada contração o coração do bebê caia para 40 batimentos por minuto. De repente muita tensão. Todas as enfermeiras de uma vez na sala. Me mudaram de posição, nada! O bebê não reagiu. Resolveram encher minha bolsa “Chanel” com um tipo de líquido (aparentemente eles podem esvaziar e encher as membranas quando querem e também ativar e desativar as contrações), pois poderia ser que o cordão era pressionado ou enrolado. Nada! O bebê não reagiu. Por fim, o último teste antes de decidirem pela cesárea. Retiraram sangue da cabeça do bebê e o resultado foi péssimo.

Às 10:42 me preparam para a operação. Vocês verão o bebê em 30 minutos. Eu começo a chorar. Fábio é vestido com a roupa verde para ir para a sala de cirurgia. Vão me empurrando na cama para o segundo andar. Minha cabeça era um vácuo. Não se passava mais nada, só sentia uma tristeza profunda, junto com uma certa raiva.

Às 11:16 do dia 12 de fevereiro eu ouvi um grito: buáááááá, buááááá. Olhei pro Fábio que estava sentado ao meu lado durante a cesárea e a gente quase não acreditou: NASCEU! Desabamos a chorar. Daqui a pouco o Fábio vem com um bebezinho minúsculo no colo, segurando todo desajeitado. Eu perguntei o que é? Ele disse não sei, ele perguntou para as enfermeiras: é um menino ou uma menina? Alguém respondeu: olha! Daí abriram o pano que a cobria e eu vi: Uma menina!!!!

Maya nasceu de parto induzido + cesárea de emergência, gritando direto, semana 42+0, pequena para a idade gestacional (PIG), apgar 10-10-10. Todos os testes tiveram bons resultados e ela parece ser muito forte e saudável, apesar de pequenina.

Seja bem vinda Maya!

Leitura para grávidas

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1) O que esperar quando se está esperando
What to expect, when you are expecting. Heidi Murkoff

Fique longe desse livro se você quer ter um parto natural. Essa mulher fala só de doenças. É escrito sem sensibilidade, quase como se fosse um glossário ou uma enciclopédia. Definitivamente não é o meu estilo de livro. A minha amiga que me emprestou e eu devolvi na semana seguinte. Ela me disse que perdeu o medo de parto lendo esse livro. Eu sinceramente, não sei como ela conseguiu isso, mas esse livro não funcionou pra mim.
Recomendaria a uma amiga: NÃO


2) Nascer sorrindo
Birth without violence, Fredrick Leboyer

Esse livro foi escrito originalmente em 1974 por Leboyer, um dos primeiros médicos a considerar os sentimentos do bebê quando vem ao mundo. Ele fala que os recém nascidos também sentem dor e medo na hora do parto e que muitas vezes o parto é a causa de traumas que carregamos durante a nossa vida inteira.
O ponto negativo desse livro, na minha opinião, é que Leboyer é muito radical. Ele acredita que o tipo de parto afeta a personalidade da pessoa. Por exemplo, quem nasceu de um parto induzido tem dificuldade em lidar com pressão externa, quem nasceu de cesariana não toma tanta iniciativa como quem nasceu de parto normal, e uma criança que teve um parto calmo, normalmente é uma criança mais calma. Eu acho que não existe estudo suficiente para afirmar isso, mas a leitura é válida.
Recomendaria a uma amiga: SIM


3) The art of giving birth with Chanting, Breathing and Movement
Tradução: A arte de parir com canto, respiração e movimento, Fredrick Leboyer

Esse livro inclui um CD. A primeira parte é composta por trechos de cartas que Leboyer recebe de suas pacientes usando seus métodos, que na minha opinião é uma perca de tempo ou deveria ser colocado na segunda parte do livro.
Na segunda parte ele ensina algumas técnicas de respiração com som, e uns exercício para fazer junto com o CD. Se esse livro fosse escrito por uma mulher que já teve vários filhos eu daria mais credibilidade, mas um homem me falando a hora e como eu devo respirar na hora de parir NÃO OBRIGADA!
Recomendaria a uma amiga: NÃO


4) Ina May’s guide to childbirth
Tradução: O guia de Parto de Ina May, Ina May Gaskin

Ina May é uma das mulheres mais ativistas contra o sistema de parto hospitalar. Ela critica o mercado do parto no Brasil e nos EUA e dá palestras no mundo inteiro. Se você entende inglês recomendo assistir as palestras dela no youtube e economizar o dinheiro do livro. A primeira parte é um monte de história de parto que ocorre no centro de parto dela chamado de Farm. Depois ela fica criticando os médicos, as rotinas dos hospitais, as induções, os medicamentos, as cesarianas, a depressão pós parto etc. Enfim, basicamente o que sobra é: fique calma, sem medo, dê risada e se movimente na hora do parto. Fale verbalmente qualquer medo que vc tenha e libere as suas inseguranças, pois o psicológico afeta o parto e desacelera as contrações. Ou seja leitura válida, mas nada de novo que já não tenha sido falado nas palestras dela do youtube.
Recomendaria a uma amiga: NÃO


5) Hypnobirthing
https://www.facebook.com/hypnobirthingnobrasil, Marie F. Mongan

Esse livro é o mais essencial de todos para quem não fez curso de parto, Lamaze ou outra técnica. Ele dá muitas dicas de como funciona a nossa psique, fala do medo e como o ele pode travar um parto (assim como nos livros anteriores), mas ela ensina técnicas de relaxamento de maneira concreta. Também inclui um CD. Estou cofiante nas instruções dela para meu parto natural. Uma conhecida que me indicou esse livro, ela teve o bebê há 3 dias (no dia de natal) às 41 semanas e 3 dias, em casa (em Stockholm).
Recomendaria a uma amiga: SIM


6) Quando o corpo consente
Marie Bertherat, Thérese Bertherat e Paule Brung
Baixe-o aqui

Esse livro foi o meu primeiro, achei online e amei. Foi escritos por três mulheres francesas, a grávida, a mãe dela que é terapeuta e a parteira. Falam de uma maneira muito bonita e empoderadora. Cada uma escreve a partir da sua realidade. Criticam também os métodos convencionais. Tem depoimento de parto e tudo. Já que está online vale a pena a leitura.
Recomendaria a uma amiga: SIM

Contagem regressiva

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O TEMPO PASSA VOANDO

Dia 16 de junho de 2014, quando eu estava na semana 8 ou 9 tive a minha primeira consulta com a Marie, a minha enfermeira obstetra. A primeira coisa que ela me perguntou foi o último dia da minha menstruação e disse, “-então vamos ver para quando será esse bebê?” E girou um calendário circular e logo já respondeu: “-Hummm, esse bebê é para 25 de janeiro”.

Na minha cabeça eu pensava: “-meu deus, a sementinha mal se implantou no meu útero e essa mulher já quer saber quando o bebê vai sair daqui de dentro! Vamos com calma Marie!”

YOUTUBE

Naquela época eu mal conseguia assistir a um vídeo de parto. Achava horroroso! Porque alguém colocaria um vídeo seu publicamente no youtube, com os peitões de fora, cara de sofrimento e uma cabecinha cabeluda e gosmenta saindo pela perereca? Minha própria irmã fez isso e eu não entendia porque as mulheres estavam se expondo tanto num momento tão íntimo.

GRAVIDEZ SE TORNANDO REALIDADE

Bom, a minha barriga foi crescendo, fiz a primeira ultra, o bebê foi se tornando mais real, começaram as borbulhas na minha barriga, e eu folheava o livro que a barnmorska me deu: “-É, um dia esse bebê vai ter que sair daqui de um jeito ou de outro”, pensava eu. Mas como?

ESTUDOS

Pesquisei sobre as diferenças de parto, a violência obstétrica no Brasil, conversei com as mulheres daqui, com as mulheres do Brasil, a minha irmã me abria os olhos e me enviava vídeos e links. E li muito!

CONTAGEM REGRESSIVA

Hoje, faltando apenas 5 semanas para a data prevista do meu parto, mais estudada e totalmente agradecida pelas mulheres que postaram sua intimidade no youtube, eu decidi que quero um parto natural, daqueles sem drogas, sem anestesia, apenas com técnicas de relaxamento e respiração. Hoje, eu finalmente completei meu plano de parto.

MÉTODOS DE ANESTESIA

Através da minha leitura e das conversas com as meninas eu percebi que a epidural pode ser tanto a sua melhor amiga quanto a sua pior inimiga durante o parto normal. Eu conheço 5 histórias de parto com epidural na Suécia que deixaram sequelas como: trauma de parto, exaustão, cesariana, episiotomia e sucção do bebê.

O uso do gás também me assusta, pois muita gente fica nauseada, vomita e “fica fora de si” na hora em que eu acredito que requer mais o nosso foco. Todas as pessoas que eu conheço aqui usaram o gás do riso (óxido nitroso) e todas acham que ele ajudou muito. Mas (pode ser que eu pague a língua) eu acho que elas menosprezaram a própria força e capacidade de encarar e se entregar às contrações.

PARTO MEDICADO X PARTO NATURAL

Eu vou colocar aqui dois exemplos, um parto na Suécia, onde a menina se entope de gás, grita muito e ela mesma escreve que perde o controle. O segundo é um exemplo de um parto natural, dolorido, mas a parturiente mantém o controle e a calma o tempo todo:

NEM TUDO É DO JEITO QUE A GENTE QUER

É claro que eu tenho consciência de que nem tudo pode acontecer da forma que eu desejo e que a gente tem que aceitar o parto que a gente receber. Eu sei que Fábio e eu somos marinheiros de primeira viagem, estamos sozinhos aqui, não temos doula, nem sabemos quem será a enfermeira que vai me atender, para ser sincera a gente nunca entrou na sala de parto. Ainda nem vi se meu bebê já está de cabeça para baixo, na posição certa de nascer. Mas a minha parte eu fiz. Li, estudei, treinei, me alimentei bem, fiz muita yoga, pilates e dança do ventre. Ainda quero treinar mais, quero terminar a leitura do Hypnobirthing e testar o CD de relaxamento, por isso bebê amado, não venha antes a da hora.

MEDOS

Eu sempre tive medo de morrer no parto. Acho que esse medo foi passado para mim pela minha mãe, pois ela me contou que não estava preparada para a dor do parto e ela achou que fosse morrer. Acho que no fundo todas as mulheres tem esse medo, mas os medos são ilusões mentais e a gente não pode se entregar.

PAGAR A LÍNGUA
Nessa vida a gente pode escolher viver anestesiada ou sentir tudo! Eu escolho sentir tudo! E, mais uma vez, pode ser que eu pague a minha língua, mas vou arriscar!

Parto na Suécia

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Os partos na Suécia são hospitalares e realizados por parteiras se tudo correr bem, ou por um médico, caso haja algum problema.

Normalmente os partos são normais, mas eu conheço 3 ou 4 casos de cesariana. Duas amigas tiveram cesariana por causa da placenta baixa e parto prematuro, outra teve parto prematuro sem razão aparente e a outra ficou com muito medo na hora de parir que ela negou ter parto normal, então chamaram um médico e fizeram uma cesariana nela.

Se tudo estiver sob controle, a mulher vai para o hospital quando as contrações estão ritmadas de 3 em 3 minutos. Chegando lá a mulher e o acompanhante sāo instalados em um quarto, onde às vezes o banheiro é dividido com outro quarto. Nesse banheiro tem uma banheira onde a parturiente pode ficar para aliviar as dores.

Naquele livro que a gente recebe na primeira consulta com a parteira Vänta Barn (Esperando bebê) tem uma sessão dedicada ao parto. Lá eles explicam os diversos meios de lidar com a dor, tanto naturais como acumputura, massagem, TENS e bolsa de água quente, quanto medicinais como anestesia e gás, inclusive explicam as vantagens e desvantagens de cada método. Mostram as melhores (coloquei essa parte como imagem do blog) posições que as mulheres podem ficar durante as dores e mesmo durante o parto e os estágios do parto que traduzindo é mais ou menos isso:

- estágio de dilatação
- estágio da expulsão
- ultimo estágio do parto: a saída da placenta.

Aqui ees fazem também o corte tardio do cordão umbilical, pois acreditam que o sangue que está lá pulsando é importante para o desenvolvimento do bebê. Além disso explicam as possíveis complicações e eventuais intervenções. Ou seja, apesar de todos esses temas serem encontrados hoje em dia na internet, ninguém pode reclamar de falta de informação. Mas mesmo assim, muita mulher sueca tem dificuldade durante o parto.

Relatos de parto na suécia:
http://www.amigasdoparto.com.br/depoim34.html
http://deby-abelha.blogspot.se/2012/07/como-o-noah-veio-ao-mundo.html
http://minhamaequedisse.com/2012/08/parir-e-correr-o-risco-de-ser-transformada/